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A ONTOLOGIA DO TRABALHO NA CONSTITUIÇÃO DA UNIDADE SOCIEDADE/NATUREZA: POTENCIALIDADES E ALTERNATIVAS NA CONSTRUÇÃO POSITIVA DA PRÁXIS SOCIAL

Para entender o ser social em sua ontologia é necessário partir da leitura do trabalho como mediação da relação homem/natureza, trabalho que nasce da necessidade e da luta do homem pela existência, de maneira que, as formas variadas de trabalho modificam-se ao longo do processo histórico. No sistema do capital o trabalho é apropriado para extração de mais-valor, no entanto alguns sujeitos sociais, os povos do campo, das águas, das florestas em sua relação sociedade/natureza, tem a terra e a água como garantia de vida, construindo relações não capitalistas a partir da produção do espaço e de si mesmos, de maneira que o trabalho representa possibilidade de resistência ao capital. Torna-se necessário analisar até que ponto a essência ontológica do trabalho permanece como possibilidade de resgate da essência do trabalho em sua condição humana que rompe com a coisificação que o processo de alienação remete ao desenvolvimento social.